Mercado

697 mil visitas por ano: o caminho do turista brasileiro ao proprietário em Orlando

Todo brasileiro conhece alguém que já foi a Orlando — e muitos dos nossos clientes proprietários começaram exatamente assim: como turistas que, em algum momento entre os parques e o outlet, se perguntaram quanto custaria a casa onde estavam hospedados. Os números mostram que essa familiaridade não é impressão. Segundo a Visit Orlando, o Brasil enviou 697.200 visitantes ao destino em 2024, ocupando o terceiro lugar entre os mercados internacionais — atrás apenas de Canadá e Reino Unido — e permaneceu entre os seis principais mercados de origem em 2025, ao lado de México, Colômbia e Argentina (Visit Orlando, maio de 2025 e maio de 2026). Neste artigo, transformamos esse dado em algo útil: como o fluxo turístico brasileiro se conecta, na prática, à decisão de investir em um imóvel em Orlando.

Em contexto

Visitantes do Brasil em 2024
Visitantes do Brasil em 2024
Visit Orlando, maio de 2025
Mercados internacionais de origem em 2025
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Mercados internacionais de origem em 2025
Visit Orlando, maio de 2026
Visitantes no total em 2025 (recorde)
Visitantes no total em 2025 (recorde)
Visit Orlando, maio de 2026

O destino que o Brasil já conhece

O recorde geral de Orlando em 2025 — 76,7 milhões de visitantes, alta de 1,8 % sobre 2024 — confirma uma demanda turística estrutural, majoritariamente doméstica (70,3 milhões de americanos) e complementada por 6,3 milhões de visitantes internacionais (Visit Orlando, maio de 2026). Para quem pensa em renda por temporada, esses dois públicos importam de formas diferentes: o hóspede americano é o volume; o hóspede brasileiro é um nicho que você, como proprietário brasileiro, entende melhor do que ninguém — temporada de férias escolares em janeiro e julho, grupos familiares grandes, preferência por casa com piscina perto dos parques.

É por isso que tantos anúncios de temporada nos corredores de Kissimmee e Davenport têm descrição em português. Não é coincidência: é oferta seguindo demanda.

Do turista ao proprietário: as quatro etapas

O passo 2 é onde a maioria dos compradores precisa de números honestos, não de promessas. Uma casa de temporada em Orlando tem custos que o hóspede nunca vê: taxa de administração, HOA e em muitas comunidades a CDD, impostos de propriedade, seguro, limpeza e plataformas. No nosso guia sobre quanto custa manter um imóvel na Flórida detalhamos cada categoria — e a regra que repetimos sempre: avalie com estimativas conservadoras e trate qualquer projeção como cenário, nunca como garantia.

O passo 3 tem uma boa notícia para brasileiros: existe financiamento foreign national — sem histórico de crédito americano — tipicamente com entrada maior (na faixa de 25 % a 30 %). O funcionamento completo, incluindo ITIN e documentação, está no nosso guia de financiamento para brasileiros.

E o passo 4 deixou de ser exótico: procuração específica para a transação e cartório online (RON, autorizado pela legislação da Flórida) permitem assinar tudo do Brasil, com os fundos indo por transferência internacional para a conta escrow da title company — nunca para uma pessoa física.

01A viagemVocê conhece o produto como hóspede, na prática
02A contaComparar o que pagou de hospedagem com o custo de propriedade (HOA, CDD, impostos, gestão)
03A estruturaDefinir objetivo (temporada, anual ou uso próprio), financiamento foreign national e forma de titularidade
04A compra remotaProcuração e assinatura eletrônica permitem fechar sem viajar de novo

O câmbio, sem ilusões

Nenhuma conversa sobre investir nos EUA a partir do Brasil é completa sem o real na mesa. Use o conversor abaixo para dimensionar valores — e leia o número pelo que ele é: uma taxa de referência do dia, não uma previsão.

Dois lembretes práticos que damos a todo cliente brasileiro: primeiro, o custo total da compra inclui a variação cambial entre a assinatura do contrato e o fechamento — planeje a remessa com folga de prazo e converse com seu banco sobre documentação de câmbio. Segundo, a receita de um imóvel de temporada é em dólar, o que para muitos investidores brasileiros é justamente parte da tese: uma renda descorrelacionada do real. Isso é uma característica, não uma promessa de resultado — os números de cada propriedade dependem da comunidade, da gestão e da ocupação real.

Conversor de referência

Converta entre dólares e a sua moeda.

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Taxa de referência — não constitui oferta de câmbio. Fonte: open.er-api.com, atualizado —.

A taxa de câmbio de mercado no seu país pode diferir da oficial; consulte o seu banco ou assessor.

Por onde começar

Se Orlando já faz parte da sua vida como destino, o caminho até a propriedade é mais curto do que parece — mas é feito de decisões técnicas: zona certa para o seu objetivo (nem toda comunidade permite aluguel por temporada; verificamos isso antes de qualquer proposta), estrutura de compra adequada e uma conta honesta de custos.

Comece pelas nossas guias de Kissimmee e Davenport e ChampionsGate — os corredores clássicos do investidor brasileiro — ou conte para a gente o que você procura: vinte segundos, em português, sem compromisso.

Fontes

  1. Visit Orlando — Orlando Welcomed Record 76.7 Million Visitors in 2025maio de 2026
  2. Visit Orlando — Orlando Welcomed 75.3 Million Visitors in 2024maio de 2025
  3. Breaking Travel News — Orlando Welcomed 75.3 Million Visitors in 2024maio de 2025
  4. Florida Statutes — Capítulo 117, Parte II (cartório online / RON)julho de 2026